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Gratidão

Se reparar bem, tem gente que só reclama. Da vida, do desamor, do trânsito, das contas, do calor, do frio, da política, do preço das coisas, da violência, de tudo. Isso faz mal. E não é crendice de Poliana Moça, é ciência.

Cada vez mais tenho me esforçado pra ter uma atitude positiva em relação a tudo. A terapia tem ajudado também e fiz grandes avanços se considerar o tipo de reação que tenho hoje quando acontecem coisas chatas. Teve um dia que meu carro quebrou, e tudo bem. Adorei passear de guincho. Outro dia, furtaram meu celular, e tudo bem. Já comprei outro. Sim, sempre temos escolha.

Claro que, às vezes estamos sofrendo muito e tudo bem estar triste também, faz parte. Mas nem tudo merece ser sofrido e pesado, se não precisar ser. Muitos acontecimentos têm um lado positivo, é nele que temos de mirar.

Facebook-Mãe-Gratidão

Gratidão virou modinha nas redes sociais, mas é babado.

Precisamos ser gratos pela vida que temos, as oportunidades e privilégios. Segundo estudos, a prática da gratidão eleva os níveis de serotonina e dá sensação de bem-estar. Terapias específicas podem facilitar o processo, como a Time Line Therapy, que ajuda as pessoas a se livrarem de emoções negativas e limitadoras. A terapeuta Cema Santos, também especialista em programação neurolinguística, vem ao Brasil em agosto, para dois workshops em São Paulo: “Mente sã, corpo são” e “Detox sua mente, transforme sua vida”.

E aí, o que acha de promover um detox na mente? Deixar a negatividade pra trás pode ser mais fácil e muito mais recompensador do que pensamos. E as terapias estão aí pra ajudar. Na verdade, dá até pra começar hoje: em vez de reclamar, bora agradecer o que se tem?

 

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Do amor (ou: tudo pode ser melhor)

Era uma vez uma moça que achou que nunca mais se apaixonaria. E que nunca mais alguém se apaixonaria por ela. Mentiras e patifarias detonaram seu lado romântico e poliana. Rejeição, mais rejeição, cansaço. Desejo não é amor, não supre, deixa vazio. Pegação de buat é bom, mas sem significado, e figurinhas repetidas – bem, já sabemos. Evitava filmes de amor, “ridículos e impossíveis” e, assistindo às decepções em série dela e das amigas, criou convicções um tanto extremistas: “homem quando não caga na entrada, caga na saída”, “mais fácil achar petróleo em casa do que arrumar namorado”, “amor só de mãe, amigo e bicho”, entre outras maravilhas revolts.

Então, o destino e o universo colocaram uma pessoa incrível no caminho dela. (Ok que as redes sociais ajudaram um pouco, afinal estamos em 2015.) Ele é um boy divertido, gostoso, carinhoso, educado, inteligente e muito legal. E tem um beijo ótimo.

Tudo ficou mais leve, divertido, mágico e colorido.

❤ ❤ ❤

A cada dia, a moça se encanta mais. E agradece. Porque hoje sabe o que é ser bem tratada. Os conceitos idiotas e as ideias de derrota não existem mais. No lugar, existe admiração, amor e felicidade.

A vida é muito melhor com você, amô.

 

Love revolution, baby.

 

 

Das 9 às 6

Desculpem o sumiço, mas foram meses de muito trabalho. O capítulo final de tanta dedicação, nada positivo, me fez pensar muito. Inspirada também por textos de amigas e escolhas de vida, resolvi escrever sobre liberdade.
Ultimamente me empenhei no trabalho, me dediquei como nunca e consegui resultados bons, mas não basta. Nunca é o suficiente, nunca tá bom. E tem sempre alguém que faz por um preço menor.
E você se cobra e você se culpa.
Começa a segunda esperando pela sexta.
O finde voa, e lá vem mais uma semana sem feriado socorro jesus.

Somos realmente livres? Trocando nosso tempo e talento por dinheiro? Desempenhando tarefas das quais não gostamos? O que você faz oito horas por dia, cinco dias por semana, melhora a vida de alguém? Ou é o que você recebe por isso que tem alguma utilidade?

Olhando de longe, muitas das urgências do cotidiano profissional não têm importância alguma.
E não há saída mágica, pois temos faturas pra pagar.
(sim, sempre podemos ganhar na loteria)

Mas é hora de pensar em liberdade, em planos b e c, em alternativas mais satisfatórias de vida.
Além das atribuições chatas da vida, somos responsáveis também pela parte boa, pela diversão, pelo que faz diferença – o que realmente importa, no fim das contas.
Passa tudo tão rápido, bora ser feliz.

fodase