Do amor (ou: tudo pode ser melhor)

Era uma vez uma moça que achou que nunca mais se apaixonaria. E que nunca mais alguém se apaixonaria por ela. Mentiras e patifarias detonaram seu lado romântico e poliana. Rejeição, mais rejeição, cansaço. Desejo não é amor, não supre, deixa vazio. Pegação de buat é bom, mas sem significado, e figurinhas repetidas – bem, já sabemos. Evitava filmes de amor, “ridículos e impossíveis” e, assistindo às decepções em série dela e das amigas, criou convicções um tanto extremistas: “homem quando não caga na entrada, caga na saída”, “mais fácil achar petróleo em casa do que arrumar namorado”, “amor só de mãe, amigo e bicho”, entre outras maravilhas revolts.

Então, o destino e o universo colocaram uma pessoa incrível no caminho dela. (Ok que as redes sociais ajudaram um pouco, afinal estamos em 2015.) Ele é um boy divertido, gostoso, carinhoso, educado, inteligente e muito legal. E tem um beijo ótimo.

Tudo ficou mais leve, divertido, mágico e colorido.

❤ ❤ ❤

A cada dia, a moça se encanta mais. E agradece. Porque hoje sabe o que é ser bem tratada. Os conceitos idiotas e as ideias de derrota não existem mais. No lugar, existe admiração, amor e felicidade.

A vida é muito melhor com você, amô.

 

Love revolution, baby.

 

 

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